Postado em 7 de janeiro de 2012 Por Em Produções Técnicas Com 195 Visualizações

Parasitose em alunos de escola municipal é verificada em pesquisa

Alunos são alvo da pesquisa (Foto: Acervo Fapeam)

19/01/2011 - As doenças parasitárias constituem um grave problema de saúde pública em diversas regiões do mundo. Com a precariedade das condições de saneamento em comunidades amazônicas, a prevalência de parasitas intestinais e a contaminação do ambiente por esses organismos tende a ser alta. Em Manaus, alguns fatores indicam tendência para um número expressivo de parasitas nos indivíduos.

Uma pesquisa vinculada ao Programa Ciência na Escola (PCE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (FAPEAM), desenvolvida por alunos da Escola Municipal Terezinha Moura Brasil, buscou determinar a prevalência de parasitoses intestinais entre os estudantes. O projeto também relacionou o número de indivíduos afetados às condições socioeconômicas, ambientais, sanitárias, identificou os enteroparasitas, determinou a prevalência de parasitoses intestinais em fezes dos escolares, verificou as percepções dos alunos em relação ao conceito saúde/doença e incentivou a vocação científica dos alunos.

De acordo com a coordenadora do projeto, professora Sônia de Oliveira, as parasitoses intestinais são os principais fatores debilitantes da população e comprometem o desenvolvimento normal das crianças, particularmente as mais novas e limita a capacidade produtiva dos adultos. “O último levantamento multicêntrico das parasitoses intestinais, realizado no País, revelou uma prevalência desses organismos 28,5% dos escolares com idades de sete a quatorze anos”, afirmou.

Resultados encontrados

Dos 64 alunos pesquisados, 56,45% não possuem prevalência de parasitas, 22,58% encontram-se com prevalência de protozoários, 11,29% com bioassociação e 9,68% com helmintos.

Segundo a professora, estes resultados ainda que preliminares demonstram que há um aumento da prevalência das parasitoses intestinais.  “No entanto, não houve correlação com os dados socioeconômicos devido ao baixo número de questionários respondidos. Espera-se a continuidade deste estudo para melhor avaliação”, explicou.

Redação: Anamaria Leventi

Edição: Fábio Guimarães – Agência FAPEAM

 

Fonte: Site da FAPEAM

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