Conheça o futuro da educação no Brasil e as escolas alternativas!

Quanto ao Coletivo Gaia Brasília, formado em 2012 e ligado a práticas sustentáveis ​​e projeto de autonomia, criado em 2010 na Universidade de Brasília (UnB) para estudar e refletir sobre práticas educativas inovadoras, eles começaram a organizar-se para preparar um evento em Brasília que acompanhasse as atividades do Manifesto.

Em 2013 novamente, quatro europeus chegam ao Brasil, motivados por notícias sobre os eventos, reunidos em torno de um projeto chamado “EduOnTour”. Este grupo teve a ambição de percorrer o país listando várias iniciativas, articulando e mobilizando a rede. Esses jovens reuniram todos esses interesses e propuseram Conane.

Além do evento, a iniciativa já alimentou o mapa do Brasil no Revo e ainda produzirá um documentário. A ideia de um estudo das práticas também foi desenvolvido pelo grupo Educ-Ação no livro “Volta ao Mundo em 13 escolas” e “Caindo no Brasil”, que em breve lançará um livro e um mapa. No que diz respeito à cartografia, é importante destacar que foi a socióloga brasileira Helena Singer que, em 1995, realizou o estudo pioneiro no mundo, realizando um inventário das práticas educativas democráticas nos cinco continentes.

Veja o futuro da educação

O resultado sisu possibilita certas iniciativas e organizam várias reuniões para pensar sobre o futuro da educação. Em geral, atuam do ponto de vista tecnológico, buscando atrair empresas de software, especialmente start-ups e empresas educacionais, com o objetivo de trazer inovação para o campo, repensando assim a organização escolar.

Futuro da educação

Pode-se notar que o movimento para repensar o atual modelo de escola também está ganhando terreno no país por causa do conteúdo que começa a ser veiculado pela mídia. O canal da Globo e o grupo de abril transmitiram relatórios, documentários, entrevistas, etc., nos quais escolas não convencionais são apresentadas ao público em geral.

Numa escala menor, mas beneficiando-se de uma comunicação mais efetiva e profunda, há uma série de filmes que oferecem um novo olhar à educação e à escola, como o documentário argentino que teve grande repercussão no Brasil “Educação Proibida”. (2012), ou “Sementes do nosso quintal” (2012) e “Quando Sinto que Ja Sei”, que será lançado este ano.

Esses filmes e outros que tratam desse tema, com foco na infância, foram apresentados na Ciranda de Filmes em 2014, estimulando os olhos de muitos paulistas educação nova e possível.

Alternativas para as escolas convencionais

Práticas alternativas à escola convencional sempre existiram no país e no mundo, algumas foram sufocadas por movimentos ditatoriais, como as Faculdades Profissionalizantes dos anos 60 em São Paulo. Outros se tornaram mais e mais estruturados e de interesse público, desde o início de suas atividades, como as escolas Waldorf.

Escolas convencionais

A diferença que estamos destacando agora é a convergência de discursos para ir além da escola convencional. Educadores, jornalistas, empresários e governo reconhecem, por diversos motivos, o fracasso do sistema educacional brasileiro e do atual modelo escolar e estão colaborando para estabelecer algo novo ainda incerto.

O interesse da criança, em sintonia com seu ritmo e interesses, em uma escola que é mais dialógica com a comunidade, com conteúdos diretamente relacionados à realidade de crianças e jovens, com um espaço flexível , aberto e dinâmico, parece ser uma tendência. No entanto, em certos pontos importantes, esse debate ainda não chegou, provavelmente porque se trata de temas divergentes, com um movimento cuja estrutura ainda está em formação.

Algumas dessas questões seriam: o papel do professor, o currículo, as formas de avaliação, o incentivo a projetos pessoais, a transferência de recursos públicos, a coexistência de modelos diante de uma rede pública estruturada, baseado no vestibular e em avaliações externas, entre outras. Seja qual for o caso, o progresso do movimento em menos de um ano de manifestações no Brasil é notável. Que os debates continuem e que as possibilidades floresçam!

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